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Atualizado em 04/09/2014 - 10h41min
Relatório da OMS alerta sobre crescimento do suicídio
 
A OMS - Organização Mundial de Saúde divulgou um novo relatório chamando a atenção para o suicídio considerado um grande problema de saúde pública em todo o mundo. De acordo com o texto, todos os anos 804 mil pessoas cometem suicídio, o número equivale a uma taxa de 11,4 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

Neste Ranking, o Brasil é ocupa o oitavo lugar. O país com mais mortes é a Índia (258 mil óbitos), seguido de China (120,7 mil), Estados Unidos (43 mil), Rússia (31 mil), Japão (29 mil), Coreia do Sul (17 mil) e Paquistão (13 mil).

No Brasil, a maior taxa de suicídio é com homens adultos, só em 2012 foram registradas 11.821 mortes, sendo 9.198 homens e 2.623 mulheres (taxa de 6,0 para cada grupo de 100 mil habitantes). Entre 2000 e 2012, houve um aumento de 10,4% na quantidade de mortes – alta de 17,8% entre mulheres e 8,2% entre os homens.

O levantamento diz ainda que a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio e apenas 28 países do mundo possuem planos estratégicos de prevenção. A mortalidade de pessoas com idade entre 70 anos ou mais é maior. Ainda segundo o texto, nos países ricos, a taxa de mortalidade de pessoas do sexo masculino é três vezes maior que a de óbitos envolvendo o sexo feminino.

Sobre as causas, o relatório afirma que em países desenvolvidos a prática tem relação com desordens mentais provocadas especialmente por abuso de álcool e depressão. Já nos países mais pobres, as principais causas das mortes são a pressão e o estresse por problemas socioeconômicos.

De acordo com a OMS, uma maneira de dar uma resposta a este tipo de morte é estabelecer uma estratégia de prevenção, como a restrição de acesso a meios utilizados para o suicídio (armas de fogo, pesticidas e medicamentos), redução do estigma e conscientização do público.

Também é preciso fomentar a capacitação de profissionais da saúde, educadores e forças de segurança, segundo o estudo. Para a agência, os transtornos mentais e consumo nocivo de álcool contribuem para mais casos em todo o mundo. A identificação precoce e eficaz são fundamentais para conseguir que as pessoas recebam a atenção que necessitam.
 
Bookmark and Share Fonte: G1
 
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